Balanço de 2011

2011: Um ano que começou com o objetivo de começar a correr os 10K, nem cogitando uma São Silvestre e terminar o ano na Paulista correndo os 15K com direito a muita chuva! Foi a primeira corrida que peguei um tempo assim alias!! Além de muita subida.

Consegui manter a média de correr pelo menos uma corrida por mês, seja no sol, na chuva, no frio ou no calor.

leia mais

Aprender a correr devagar para correr rápido

por Sérgio Rocha

Uma das primeiras coisas que ouvi do técnico Wanderlei de Oliveira quando comecei a treinar com ele foi: “Ô bacana, você precisa aprender a correr devagar para poder correr rápido”. Em nossos bate-papos durante os treinos, me disse que tinha aprendido isso ainda na época de velocista. Ele estava no exterior e quando foi treinar com corredores mais rápidos, notou que as rodagens eram sempre lentas: “Bom, se os caras são mais rápidos que eu e treinam devagar, eu preciso aprender a fazer a mesma coisa”, disse.

leia mais

Sem ondas de largada por ritmo, em 2012 teremos a Caminhada de São Silvestre

No meio das corridas, sempre há uma piada interna ao ouvir comentários sobre a “Maratona de São Silvestre”, como se matematicamente 15 km fossem iguais a 42 km, são “apenas” 27.195 m de diferença… Algo quase que insignificante! Agora, falando sério, sem realmente uma organização e regras rígidas, teremos em 2012 a “Caminhada de São Silvestre”. Nunca corri uma prova tão cheia e travada como a de ontem (31). Eram 25 mil inscritos (claro que nem todos correram ou concluíram, e ainda teve muita gente “largando” no meio). Some-se ainda milhares de pipocas. Nunca corri uma prova com tantos pipocas. Na largada, era só olhar ao lado para ver muita (mas muita mesmo) gente sem chip ou número. Bem mais do que nos três anos anteriores em que corri. Para ter uma ideia, tive de costurar e correr em ziguezague até a chegada! E não estou exagerando.

O problema da largada é crônico. Já escrevi várias vezes aqui no blog e comentei no podcast CRNOAR. Mas na edição de 2011 foi ainda pior. Está certo que em 2010 larguei bem para frente, mas como comparação, foram cerca de 20 segundos para passar pelo chip de largada e, ontem, uns 5 minutos mesmo ficando 1h40 em pé, vendo ao meu redor centenas de pessoas sem a menor condição de largar mais na frente ou de correr num ritmo aceitável três quilômetros que fosse. O que estavam fazendo ali? Me indagava o tempo todo. Como exemplo, um na minha frente, com a filha adolescente junto, nem sabia o horário da largada!

leia mais

Reflexões sobre uma São Silvestre distante

Vi de longe a São Silvestre, acompanhando pela televisão o show que a chuva deu, aparecendo e desaparecendo, caindo a cântaros ou simplesmente gotejando, criando poças gigantescas ou escorrendo rapidamente pelos esgotos.

Vi a coragem do irmão de Bekele e a bravura indômita de Priscah Jeptoo, defendendo a todo custo a liderança conquistada e que, em alguns instantes, pareceu perdida. Acho que ela é a corredora de elite com o estilo mais estranho que já vi.

leia mais

Hipertrofia x Corrida - O dilema de correr e ficar sarado sem emagrecer

Momento importante da vida do jovem brasileiro: a chegada do verão se aproxima. Com ele, corpos à mostra, bronzeados em dia, corridas cada vez mais animadas e cheias de gente bonita. Por conta desses fatores, muitos corredores não querem ficar magrinhos e apelam para a academia para manter os músculos. Como sempre, uns exageram. Outros encontram o equilíbrio através do esporte.

Para o carioca Gustavo Direito, estudante de direito de 23 anos, fazer musculação faz parte da vida. Começou a malhar aos 15 anos, por pura estética, e acabou se viciando.

“Eu era fissurado. Ninguém nunca está satisfeito com seu corpo dentro de uma academia.”

Gustavo corre há mais de um ano. Na época, pesava 105kg com 1,87m, o que atrapalhava muito na hora de correr. Desde então, perdeu 11kg. Por conta da paixão pelo esporte, diminuiu um pouco o foco da hipertrofia, embora ainda seja adepto da malhação, pois gosta de ser forte e não quer secar demais.

“Não consigo mais ficar enclausurado dentro de academia. Corro na rua, ao ar livre. É outra sensação. Agora não malho mais seis vezes por semana. Quatro vezes está bom demais.”

leia mais