Acelere a recuperação muscular

Entenda como e em que momento você deve apostar na tecnologia da nutrição esportiva pós-exercício Bruno Acioli e Daniel Braz

Fadiga muscular, perda de força e dificuldade de completar treinos são alguns dos sinais que alertam: é importante consumir nutrientes que acelerem o processo de recuperação dos músculos. É nesse cenário que as bebidas de recuperação (ou recovery drinks) atuam. Para entender, é preciso um pouco de fisiologia: as fibras musculares são com­postas por proteínas. O tamanho e a força da musculatura dependem da síntese desse macronutriente que, por sua vez, perde quantidade e volume durante a prática esportiva.

Essa relação de ganho e perda também é influenciada pelo glicogênio, substância construída à base de moléculas de glicose e que dá energia ao músculo. Por fim, o carboidrato, fonte de glicose, reduz os níveis de cortisol, conhecido como o “hormônio do estresse”, liberado pelo organismo durante a prática esportiva e que diminui a concentração de proteínas na musculatura.

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10 erros comuns antes e durante uma prova

Revista Contra-Relogio: Edição 185 - FEVEREIRO 2009 - TOMAZ LOURENÇO

Já corri dezenas de maratonas e meias, mais de uma centena de provas com menor distância, além de algumas ultras, de 50 a 89 km. Por isso, me considero bastante experiente, já tendo presenciado situações das mais diversas nas corridas, entre elas muitos erros de corredores, especialmente os mais novatos, mas também de gente bastante “rodada”. Com o intuito de ajudar os leitores para que problemas sejam os menores possíveis durante as competições (e até em treinos), apresento, a seguir, uma lista de 10 situações que devem ser evitadas ou devidamente corrigidas, nos dias que antecedem uma prova e no próprio dia, assim como outras 10 no transcorrer da competição. Mas deve haver outras atitudes que corredores igualmente experientes possam e queiram destacar e por essa razão a revista fica, desde já, aberta a observações dos leitores nesse sentido, e que se prontifiquem a enviá-las (por email) para a CR.

ANTES

1 - NÃO PROCURAR SE INFORMAR SOBRE A CORRIDA. Ao contrário de anos atrás, quando se ia para uma prova sem muitas informações, e as surpresas aconteciam, atualmente o corredor tem facilidade para saber sobre os eventos, através de publicações e pelos inúmeros sites voltados ao segmento. A CR procura cumprir esse papel e está sempre disponível para esclarecer dúvidas sobre provas não apenas no Brasil, como também do exterior.

2 - NÃO DESCANSAR O SUFICIENTE NA SEMANA. Apesar de existir toda uma teoria sobre treinamento, envolvendo várias fases de preparação, na prática sabe-se que a maioria dos corredores não realiza um planejamento de médio e longo prazo, com exceção, talvez, quando se tem em vista uma maratona ou um evento semelhante. Dessa forma, se a prova é de 10 km ou uma meia-maratona, o que se faz é realizar treinos mais rápidos e mais curtos ou um pouco mais longos e não tão fortes, para essas duas situações citadas como exemplo. Não é nada “científica” tal preparação, mas é corriqueira, porque acaba funcionando de alguma forma. Só que muitos costumam manter ou até intensificar os treinos na semana da prova, para não perder condicionamento, o que geralmente é um erro, pois se vai chegar na competição não devidamente descansado. Uma regra que os mais experientes logo constatam é a seguinte: treinos excelentes durante a semana, prova ruim no fim de semana. Portanto, para a próxima competição, opte por fazer a última semana leve, mesmo porque está provado que não se perde condicionamento em alguns poucos dias de descanso.

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O efeito 42 km

O que acontece com o corpo de quem encara uma maratona

*Por Pedro Proença e Patrícia Julianelli Ilustração Alexandre Jubran*

A temperatura sobe, suor é liberado, o coração acelera, queimamos açúcar para produzir energia. O corpo dói, o cansaço não perdoa. Mas quem completa garante: compensa. Se você já passou por isso ou pretende correr 42 km, conheça a verdadeira revolução que se passa no corpo de um maratonista.

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Relato - 19ª Maratona de Revezamento Pão de Açúcar - São Paulo

Neste fim de semana de sol, ocorreu a 19ª Maratona Pão de Açúcar de São Paulo, percurso de 42.195 metros divididos entre equipes de dois, quatro e oito atletas.

A retirada do kit aconteceu próximo ao ginásio do Ibirapuera, espaço amplo e com varias pessoas para fazer o atendimento, separado também de acordo com as equipes. No horário em que cheguei, sexta feira, por volta das 19 horas, não havia muita gente retirando os kits. Foi bem rápido o procedimento! O kit veio contendo a sacola de treino, número de peito, camiseta do evento, manual do atleta, chip de cronometragem (descartável), materiais de merchandising dos patrocinadores uma camiseta e uma munhequeira de revezamento.

No mesmo local um instrutor deu uma aliviada ao explicar o revezamento. Essa foi  minha primeira prova do tipo e eu não tinha idéia do que aconteceria, como funciona. Coisa simples também… Basicamente: ficar agrupado todos da nossa equipe, com digito final 1, logo no começo da fila no tapete de cerca de 500 metros, que também fica setorizado de acordo com o tipo de revezamento (dois, quatro e oito atletas, cada um em um ponto diferente do percurso) e digito final, aguardando cada terminar sua volta. Ao encontrar, basta pegar o identificador, uma munhequeira, mantendo na mão direita e continuar.

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Hipertensão e Corrida

No Brasil hoje, a população de hipertensos é de 17 milhões de pessoas.

É sabido que a atividade física é benéfica para o tratamento de várias doenças, com a hipertensão não é diferente.

A corrida é uma das melhores armas no combate da hipertensão, prevenindo ou remediando.

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